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Militantes e simpatizantes de causas anticristãs, uma minoria barulhenta, têm por hábito querer impor seus hábitos e conceitos através da truculência verbal ou física e em outras vezes de maneira perpicazmente sutil. Quando faltam argumentos, o que não é incomum, procuram desqualificar a fonte ao invés de desconstruir a mensagem, rotulando o opositor de forma pejorativa.

Com frequência os vemos receber apoio de uma claque voluntária, reação que raramente vemos com cristãos.

Se algum dia você se encontrar um irmão de fé em situação semelhante, seja um “anjo” a lhe dar apoio, se for você o protagonista lembre-se de Daniel na cova dos leões…

Em algumas circunstâncias, a cova é uma reunião familiar, de amigos, etc. Ouvimos conselhos contrários aos ensinamentos de Deus, pois o homem contemporâneo parece ter estacionado no desenvolvimento emocional na infância, onde prefere ser “popular” a ser correto e defender o compromisso assumido com Deus, e muitas dessas vezes até mesmo quando o Corpo de Cristo ainda sequer se dissolveu de forma física em seu corpo.

Uma das grandes dúvidas que surge é calar-se ou falar, nestes momentos? Onde o Bem não age, o Mal floresce… mas em contrapartida, não devemos jogar pérolas aos porcos! É seguro rugir na cova dos leões que estão em bando, só esperando o momento para lhe atacar e trucidar?

Como é difícil ser cristão!

Mas não esqueçamos que essa dificuldade vem acompanhada da Fé. A Fé de que não estamos sozinhos, temos ao nosso lado o Leão de Judá. E então vem a resposta, no silêncio do coração, onde dobramos os joelhos de nossa alma e Deus nos inspira: lembre-se de Daniel!

(Francisco Teodorico, 2017)

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