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O Projeto de Lei 134/2018 (PL 134/2018) [1], de Marta Suplicy, que foi proposto pela OAB e representantes da LGBT+, abre caminho para futura legalização da pedofilia, zoofilia, entre outros problemas relacionados ao tema. Precisamos combatê-lo com veemência.

Não deixe de assisitir ao vídeo do Bernardo P. Kürster, onde ele explica didaticamente as consequências deste projeto de lei: Novo Totalitarismo de Gênero [3].

Este projeto de Lei (tramitando no Senado Federal), que tinha consulta pública aberta quando esse texto era escrito, com quase o dobro de opiniões contrárias a ele (não deixe de votar, de preferência no “Não”, e compartilhar o link com seus amigos: Consulta Pública – PL 134/2018) abre caminho para pedofilia, zoofilia, etc. Além de votar na consulta público, peço que não deixe também de escrever para os senadores demonstrando sua insatisfação com essa PL e cobrando sua posição contra essa aberração [2].

Segundo esse projeto, como explicado no vídeo do Bernardo (recomendo a inscrição em seu canal no Youtube), seremos obrigados a imaginar como a pessoa se sente naquele instante [4], homem ou mulher, e se eu errar, posso ser preso por isso! Como saberei se estou tratando ou não uma pessoa de forma diferenciada se ela é “fluida”? Isso, como diz Bernardo, é colocar a minha percepção sujeita à imaginação do sujeito! Como pode a imaginação das pessoas mandar nos nossos sentidos, em nossa percepção da realidade?

Quer dizer que se eu me “sentir” qualquer coisa para me beneficiar de alguma cota, ou privilégio de algum segmento eu poderei sob o risco de quem não quiser aceitar minha vontade ser presa? Por exemplo: posso dizer que me sinto mulher e ter direito à aposentadoria especial… Imaginam o tamanho da confusão disto?

Pelo texto do projeto de lei, fica a dúvida: os pedófilos (que agora querem ser chamados de PAM, ou seja, Pessoas com Atração por Menores [3]) também deverão ter sua personalidade reconhecida?

Se tenho uma empresa com serviços direcionados ao público feminino, e por questões óbvias, não posso aceitar a presença de homens nele, posso ser preso, com fundamento nesse, hoje, projeto de lei.

O projeto autoriza o casamento homossexual com 16 anos (lembre-se que cientificamente falando, uma pessoa com essa idade não tem sua formação psicológica suficiente), com o consentimento dos pais. Mas se um pai não der autorização para um filho homossexual se casar, corre risco de pena de prisão, se for acusado de discriminação! Percebem a sutileza maquiavélica?

Segundo o projeto é proibida a ingerência dos representantes religiosos! Ou seja, não poderão proibir carícias homossexuais dentro dos templos e serão obrigados a realizar casamentos homossexuais indo contra a própria doutrina religiosa, entre outros absurdos. De nada vale o que diz a Constituição sobre o espaço religioso ser preservado? E mais grave: pela maneira que trata a “incitação ao ódio”, padres, líderes religiosos podem ser presos e até mesmo a Bíblia pode ser proibida de ser editada devido ao que diz seu conteúdo sobre esse assunto!

O projeto também afirma que basta a pessoa sentir-se discriminada para que sejamos sujeitos à prisão! O curioso disso é que a mesma “turma” (progressistas) diz que cadeia não soluciona o problema da criminalidade e apresenta um projeto onde querem… prender as pessoas que os “discriminam”? Coerência nunca foi o ponto forte desses baderneiros, mesmo…

Sabemos o caos que é o SUS, como faltam remédios e atendimento para pessoas que correm risco de vida. O PL 134/2018 obriga o Sistema a fazer cirurgia de “mudança de sexo”, gratuitamente, para quem “quiser”. Adivinha quem vai pagar essa conta, também? Barcelona é aqui. Se Salvador Dalí vivesse hoje no Brasil, não faria nenhum sucesso devido à concorrência desleal.

E os privilégios não param por aí: até mesmo no sistema penitenciário o PL 134/2018 aborda os “direitos” desse segmento (na verdade, privilégios). Mas não somos todos iguais perante a lei? Se o indivíduo se sente homem, porque não ir para presídio masculino, então? O conceito só é válido em benefício próprio? Esse grupo têm somente “direitos” e não “deveres” como todos nós?

O projeto também aborda a regulação dos meios de comunicação, como não poderia faltar. Não satisfeitos com a diminuição de abrangência implementadas nas redes sociais, agora, o subjetivo “discurso de ódio” pode direcionar você a uma penitenciária, caso esse projeto seja aprovado.

E claro que a educação de nossas crianças não poderia passar ilesa: o projeto estabelece a obrigatoriedade da “Ideologia de Sexo” (recuso-me a usar o termo “Ideologia de Gênero”[3]) em todas as escolas públicas e privadas! Como se já não bastasse a doutrinação marxista…

É mais uma tragédia anunciada, fundamentada em subjetividades, que temos que combater com veemência, não podemos permitir que criem mais caos na sociedade. Nossa união em defesa da família mais uma vez se faz necessária.

Olavo de Carvalho já alertou sobre essa estratégia há muito tempo e disse sabiamente: “Estratégia do movimento pró-pedofilia: Primeiro dizem que é doença para não dizer que é crime. Depois tornam crime dizer que é doença.” [5]

Outra frente do movimento pró-pedofilia é caracterizar a prática como doença (temos visto essa estratégia em redes sociais e TV aberta) e a seguir usar o artigo 26 do Código Penal:

Art. 26 – Inimputáveis Art. 26 – É isento de pena o agente que, por doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.

Veja também:
Sexo ou gênero?

A ideologia do gênero e o Estado totalitário

Padre Paulo Ricardo detona ideologia de gênero na Câmara dos Deputados. Uma verdadeira aula

Legislação LGBTT Prepara o Terreno Para o Direito dos Pedófilos


[1]
Senado Federal, Projeto de Lei do Senado nº 134,
de 2018 (PL 134), que Institui o Estatuto da Diversidade
Sexual e de Gênero. Link oficial (Senado): PL 134/2018
[2]
Quer escrever a um político no Congresso Nacional?

Vá ao Google e digite:
"congresso nacional" (sem as aspas) e então preencha o form.

Um modelo simples, se você não quiser usar suas próprias palavras é
copiar e colar esse texto:

Ilmo. Sr.
Senador [digite aqui o nome do senador]

Estou entrando em contato com o senhor para deixar
registrado que, como eleitor, gostaria de ter minha
vontade respeitada e espero que V. Sa. vote contra
esse absurdo PL 134/2018.

Nós brasileiros, conforme pode ser verificado na
Consulta Popular promovida pelo Senado Federal somos
contra mais esse ataque contra os princípios que
construíram nossa sociedade e permitiram que a barbárie
não imperasse nela.

Espero que possa contar com seu voto, pois caso
contrário, não contará com o meu nas próximas eleições,
pois o conceito do mesmo é a representação da vontade
do povo.

Atenciosamente,

[digite aqui seu nome]
[3]
Desconstrução Semântica Esquerdista
[4]
O "gênero fluido" (sentir-se homem num período, em outro sentir-se
mulher, ou até mesmo um sexo neutro) também é uma opção, portanto
é acolhido pelo projeto.
[5]
Estratégia do Movimento Pró-Pedofilia

 

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