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” “É dever dos exegetas esforçar-se, dentro dessas diretrizes por entender e expor com maior aprofundamento o sentido da Sagrada Escritura, a fim de que, por seu trabalho como que preparatório, amadureça o julgamento da Igreja. Pois todas estas coisas que concernem à maneira de interpretar a Escritura estão sujeitas em última instância, ao juízo da Igreja, que exerce o divino ministério e mandato do guardar e interpretar a Palavra de Deus”:

Ego vero Egangelio non crederem, nisi me catholicae
Ecclesiae commoveret auctoritas.
Eu não creria no Evangelho, se a isto não me levasse a autoridade da Igreja católica.”

(CIC 119)

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