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MILAGRE EUCARÍSTICO

Lanciano – Itália – o mais antigo e impressionante. Aconteceu ha mais de 12 séculos. Por volta dos anos 700, na cidade italiana de Lanciano, viviam no mosteiro de São Legoziano os monges de São Basilio, e entre eles havia um que se fazia notar mais por sua cultura mundana do que pelo conhecimento das coisas de Deus. Sua fé parecia vacilante, e ele era perseguido todos os dias pela dúvida de que a hóstia consagrada fosse o verdadeiro Corpo de Cristo e o vinho o Seu verdadeiro Sangue.

Mas a Graça Divina nunca o abandonou, fazendo-o orar continuamente para que esse insidioso espinho saísse de seu coração. Foi quando, certa manhã, celebrando a Santa Missa, mais do que nunca atormentado pela sua dúvida, após proferir as palavras da Consagração, ele viu a hóstia converter-se em Carne viva e o vinho em Sangue vivo. Sentiu-se confuso e dominado pelo temor diante de tão poderoso milagre, permanecendo longo tempo transportado a um êxtase verdadeiramente sobrenatural. Até que, em meio a transbordante alegria, o rosto banhado em lágrimas, voltou-se para as pessoas presentes e disse:

“Ó bem-aventuradas testemunhas diante de quem, para confundir a minha incredulidade, o Santo Deus quis desvendar-se neste Santíssimo Sacramento e tornar-se visível aos vossos olhos. Vinde, irmãos, e admirai o nosso Deus que se aproximou de nós. Eis aqui a Carne e o Sangue do nosso Cristo muito amado!”

Logo mais toda a cidade ja sabia da notícia. Tranformando o monge num novo Tomé. A Hóstia-Carne apresentava, como ainda hoje se pode observar, uma coloração ligeiramente escura, tronando-se rosea se iluminada pelo lado oposto, e tinha aparência fibrosa; o Sangue de cor terrosa (entre amarelo e ocre), coagulado em cinco fragmentos de forma e tamanhos diferentes.

A Carne até hoje é conservada numa custódia de prata, e o Sangue, num cálice de cristal. Aos reconhecimentos eclesiasticos do Milagre, a partir de 1574, veio juntar-se o pronunciamento da Ciência moderna através de minunciosas e rigorosas provas de laboratório.

Em 1970, confiaram à dois médicos de renome e idoneidade moral a análise científica das relíquias. Dr. Odoardo Linoli, chefe de serviço dos hospitais reunidos de Arezzo e livre docente de anatomia e histologia Patológica e de química e microscopia Clínica para, assessorado pelo Prof. Ruggero Bertelli, Prof. Emérito de Anatomia humana normal na universidade de Siena, proceder os exames.

Eles enviaram o relatório:

“A Carne é verdadeira carne, o Sangue é verdadeiro sangue. A carne é o tecido muscular do coração. A carne e o Sangue são do mesmo tipo de sangue encontrado no Sudário de Turim e pertencem à espécie humana. (…) A conservação da carne e do Sangue, deixados em estado natural por 12 séculos e expostos à ação de agentes atmosféricos e biológicos, permanecem um fenômeno extraordinário.”

Antes das conclusões, os Doutores ja havia escrito para os Frades: “E o Verbo se fez Carne!”

Por duas vezes (o autor deste livro) esteve diante da relíquia!

Este é um dos motivos que acredito seriamente no que a Igreja nos diz.

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