Lista negra de políticos

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Eu já tive o hábito de divulgar listas de políticos que votaram contra a vontade da maioria da população brasileira, até que me questionei: será que vale a pena?

Minha conclusão é que não. Com frequência surgem novos escândalos e esquecemos da lista em questão (alguém ainda tem a dos que aprovaram o orçamento do Governo Dilma, entre inúmeras outras?).

Até quando vamos fingir que a origem de nossos problemas não está no tamanho e poder que outorgamos ao Estado?

Observe que políticos de 30 anos atrás eram diferentes. De nada adianta trocar as peças e o jogo continuar o mesmo. O foco deveria ser em uma reforma política que diminuísse o tamanho e o poder que atribuímos ao Estado, caso contrário, continuaremos enxugando gelo…

(Francisco Teodorico, 2016)

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“A sensação que tenho é a de que o leitor brasileiro se transformou naquele morador de periferia que mora numa rua não pavimentada, sem esgoto e que se acostumou com as enchentes, com a lama e com o lixo. Conformadamente quando olha para o céu negro, pensa consigo mesmo: é só mais uma tempestade… Afinal já se costumou  com o mau cheiro, a lama, o lixo, as consequências e perdeu as esperanças, ao invés de se informar para descobrir como melhorar sua própria situação…”

(Francisco Teodorico, Set2014)


Não deixe de conhecer também meu blog de humor: Sorria!

Notificação Extrajudicial

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Aos que se interessarem, segue abaixo um modelo de Notificação Extrajudicial proibindo a exposição dos filhos à Ideologia de Sexo (Gênero = Homo; Sexo = Masculino ou Feminino). Deixe a escola de seu filho preocupada antes de apoiar pauta esquerdista com essa Notificação Extrajudicial. Use e Compartilhe.

Deve-se protocolar na Secretaria da escola ou enviar pelos Correios com Aviso de Recebimento (AR) em nome do Diretor(a) da Escola (Pública ou particular).

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Notificação Extrajudicial (pdf)
Notificação Extrajudicial (docx)


Notificação Extrajudicial

Ilmo. Sr. Diretor Professor <nome do diretor>
Escola <Nome da escola>
<Estado>, <Cidade>, <dia> de <mês> de <ano>

Prezado diretor <nome completo do diretor>

Eu, <nome completo do pai/mãe/responsável>, na qualidade de responsável legal pelo(a) aluno(a) <nome completo>, nascido(a) em <data de nascimento>, matriculado(a) nessa ilustre instituição de ensino, cursando a <identificar a série que o aluno cursa> na classe <identificar a classe que o aluno estuda>, conforme prescrito em Lei, venho informar o seguinte:

1. Conforme consta no Código Civil Brasileiro, todo cidadão de nosso país só adquire a capacidade civil plena, ou seja, poderá praticar todos os atos da vida em sociedade ao completar 18 anos. Neste mesmo sentido, o Código Penal proíbe a realização ou indução de qualquer relação sexual com pessoa menor de 14 anos, presumindo-se tal prática em ato de violência;

2. É de conhecimento geral, o debate no âmbito nacional de nossa nação, sobre a Ideologia do Sexo (também conhecida por Ideologia do Gênero) e várias outras propostas de apresentação para os alunos da rede de ensino, tanto das instituições públicas quanto das particulares, sobre temas relacionados aos comportamentos sexuais (homossexualismo, bissexualismo, transsexualismo, etc.) e ainda relativos à sexualidade de pessoas adultas, como a prostituição, masturbação, entre outros atos libidinosos.

3. Vale ressaltar que os legisladores, representantes escolhidos pelo povo brasileiro, em sua sapiência, balizaram as faixas etárias no que diz respeito a divulgação e ensino, esses marcos são os referenciais, prescritos em lei, para a ministração de aulas e abordagem nas instituições de ensino. Esse balizamento legal impõe limites para a apresentação e abordagem de todos os temas relacionados aos comportamentos sexuais e a autonomia sexual e de reprodução.

4. Conforme dispõe a Convenção Americana de Direitos Humanos, a qual a nação brasileira é signatária, em seu Artigo 12 – 4. “OS PAIS, E QUANDO FOR O CASO OS TUTORES, TÊM DIREITO A QUE SEUS FILHOS OU PUPILOS RECEBAM A EDUCAÇÃO RELIGIOSA E MORAL QUE ESTEJA DE ACORDO COM SUAS PRÓPRIAS CONVICÇÕES, assim, é direito incontestável dos pais formação moral e religiosa de seus filhos.” Tal direito é chancelado pela mais alta Corte de nossa nação (STF – SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL);

5. E mais, o Código Civil determina que os pais têm o dever e a responsabilidade no sustento material e moral de seus filhos, e ainda, o dever de criá-los e educá-los (art. 1.634-“Compete a ambos os pais, qualquer que seja a sua situação conjugal, o pleno exercício do poder familiar, que consiste em, quanto aos filhos: I – dirigir-lhes a criação e a educação;), até porque é ônus dos pais arcar civilmente com pagamento de indenização pelos atos danosos a terceiros que os filhos praticarem (art. 932 – São também responsáveis pela reparação civil: II – os pais, pelos filhos menores que estiverem sob sua autoridade e em sua companhia”).

6. Nesse diapasão, a responsabilidade das instituições de ensino, são objetivas e independentes de culpa. Assim, a escola que violar, incluindo seus membros diretores, professores e demais funcionários, por qualquer meio, os direitos pétreos dos pais, poderá ser acionado judicialmente por danos morais, sem prejuízo de ser acionado civilmente por danos à formação psicológica da criança. O Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) exige que toda informação e/ou publicação dirigida à criança, inclusive livros didáticos, respeitem os valores éticos da família (Art. 79 – “As revistas e publicações destinadas ao público infanto-juvenil não poderão conter ilustrações, fotografias, legendas, crônicas ou anúncios de bebidas alcoólicas, tabaco, armas e munições, e deverão respeitar os valores éticos e sociais da pessoa e da família”) e, a Constituição Federal não só reconhece como protege tais direitos (art. 21, inciso XVI e art. 220 Parágrafo 3º, Inciso I), em razão da fragilidade psicológica de uma criança.

7. Todas as instituições de ensino são subordinadas às regras legais acima descritas, inclusive as propostas pela Constituição Federal e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (lei federal nº 9.394/96), sendo passíveis de controle e repreensão jurisdicional.

Por tudo quanto exposto e informado, é a presente, para NOTIFICAR V. Sa. e aos ILUSTRES PROFESSORES QUE COMPÕEM O QUADRO DOCENTE desta prezada instituição de ensino, que: NÃO CONCORDO COM A IDEOLOGIA DE SEXO (TAMBÉM CONHECIDA COMO IDEOLOGIA DE GÊNERO) E NÃO AUTORIZO, SEM MEU EXPRESSO CONSENTIMENTO, COM RESPEITO AO MEU DIREITO LEGAL NA FORMAÇÃO MORAL DE MEU FILHO(A), RESPEITANDO A SUA FRAGILIDADE PSICOLÓGICA E CONDIÇÃO DE PESSOA EM DESENVOLVIMENTO, A APRESENTAÇÃO DESTES TEMAS RELACIONADOS AOS COMPORTAMENTOS SEXUAIS (HOMOSSEXUALISMO, BISSEXUALISMO, TRANSSEXUALISMO, ETC.) E AINDA RELATIVOS À SEXUALIDADE DE PESSOAS ADULTAS, COMO A PROSTITUIÇÃO, MASTURBAÇÃO, ENTRE OUTROS ATOS LIBIDINOSOS, A MEU(MINHA) FILHO(A) AINDA QUE DE FORMA ILUSTRATIVA OU INFORMATIVA, SEJA POR QUALQUER MEIO DE COMUNICAÇÃO OU ORIENTAÇÃO, ATRAVÉS DE VÍDEOS, EXPOSIÇÃO VERBAL, MÚSICA, LIVRO DE LITERATURA OU MATERIAL DIDÁTICO.

Assim, ficam os ilustres NOTIFICADOS, de tudo quanto acima exposto, sendo a mesma, útil para que V. Sa., Professores, Funcionários e Prestadores de Serviço, possam se proteger de políticas públicas e materiais didáticos ilegais e abusivos, deixando bem esclarecido que a responsabilidade de indenizar os danos morais, e, sofre as cominações penais impostas pela lei, são de todos os envolvidos.

______________________________
Nome do Pai/Mãe/Responsável Legal


Recebido, via internet, por intermédio de terceiros. esse texto é de autoria de Alba Regina De Castro Ferreira Carvalho

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“E um dia, no almoço – o pai estava fora a trabalho, estava ela com os três filhos, pequenos, 7, 5 e 4 anos, mais ou menos – e bateram à porta: era um senhor que pedia o que comer. E a mãe lhe disse: “Espere um minuto”. Entrou e disse aos filhos: “Há um senhor ali que pede o que comer, o que fazemos?”. “Demos a ele o que comer, mãe, demos a ele!”. Cada um tinha no prato um bife com batatas fritas. “Muito bem – disse a mãe – peguemos a metade de cada um de vocês e demos a ele a metade do bife de cada um”. “Ah não, mãe, assim não é bom!”. “É assim, você deve dar do seu”. E assim esta mãe ensinou aos filhos a dar de comer da própria comida. Este é um belo exemplo que me ajudou muito. “Mas não me sobra nada…”. “Dai do teu!”. Assim nos ensina a mãe Igreja. E vocês, tantas mães que estão aqui, sabem o que devem fazer para ensinar aos seus filhos para que partilhem as suas coisas com quem tem necessidade.”

(Fonte: Cleofas)

Como eu não sei rezar…

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No post de hoje eu gostaria de lhe fazer um pedido: escolha um momento em que estiver só em casa para lê-lo. Fique em completo silêncio e acompanhe a letra com a música de fundo. Escolha ao menos um de seus amigos e compartilhe. Acredite, e só.

Há algum tempo venho refletindo sobre o que é ter orgulho de ser brasileiro e gradativamente ele vem diminuindo. E eis que na reportagem especial no Globo Rural, com Renato Teixeira, sobre a música Romaria, em 08Out2017 (não deixe de clicar no link e assistir, depois), em mais um trabalho espetacular do monstro do jornalismo José Hamilton Ribeiro, essa fagulha se reacende.

Se eu tivesse que escolher o verso mais bonito dessa obra prima, teria muita dificuldade devido à profundidade de cada um que por si só já é uma poesia. Como não escolher “O meu pai foi peão, minha mãe, solidão“? Ou então, “Pra pedir em romaria e prece/ Paz nos desaventos“? Mas o que mais me toca é a simplicidade deste, que deixo como reflexão:

“Como eu não sei rezar, só queria mostrar
Meu olhar, meu olhar, meu olhar…”

Mergulhe, sem medo de se afogar!

ROMARIA
(Renato Teixeira)

É de sonho e de pó, o destino de um só
Feito eu perdido em pensamentos
Sobre o meu cavalo
É de laço e de nó, de gibeira o jiló
Dessa vida cumprida a sol

[Sou caipira, Pirapora nossa
Senhora de Aparecida
Ilumina a mina escura e funda
O trem da minha vida] bis

O meu pai foi peão, minha mãe, solidão
Meus irmãos perderam-se na vida
Em busca de aventuras
Descasei, joguei, investi, desisti
Se há sorte eu não sei, nunca vi

[Refrão]

Me disseram, porém, que eu viesse aqui
Pra pedir em romaria e prece
Paz nos desaventos
Como eu não sei rezar, só queria mostrar
Meu olhar, meu olhar, meu olhar

[Refrão]bis

Há outras versões gravadas com outros gigantes de nossa MPB (e até internacionais): Elis Regina, Maria Rita, Daniel, etc. Todas maravilhosas. Vale a pena pesquisar.

Obrigado, Renato Teixeira.